Liturgia do dia
1ª Leitura: Gênesis 1,1-2,2
Responsório: Sl 103(104)
2ª Leitura: Gênesis 22,1-18
Responsório: Sl 15(16)
3ª Leitura: Êxodo 14,15-15,1
Responsório: Ex 15,1-2.3-4.5-6.17-18 (R. 15,1a)
4ª Leitura: Isaías 54,5-14
Responsório: Sl 29(30)
5ª Leitura: Isaías 55,1-11
Responsório: Is 12,2-3.4bcd.5-6 (R. 3)
6ª Leitura: Baruc 3,9-15.32-4,4
Responsório: Sl 18B(19)
7ª Leitura: Ezequiel 36,16-17a.18-28
Responsório: Sl 41(42)
Carta de São Paulo aos Romanos 6,3-11
Aclamação ao Evangelho: Sl 117(118)
Evangelho: Mateus 28,1-10 (Ano A), Marcos 16,1-7 (Ano B), Lucas 24,1-12 (Ano C)
Missal Romano (p. 274)
1. Segundo antiquíssima tradição, esta noite é "uma vigília em honra do Senhor" (Ex 12,42). Assim os fiéis, segundo a advertência do Evangelho (Lc 12,35-37), tendo nas mãos lâmpadas acesas, sejam como quem espera o Senhor, para que, ao voltar, ele os encontre vigilantes e os faça sentar à sua mesa.
2. A Vigília desta noite, que é a mais sublime e nobre de todas as Solenidades, seja única em cada igreja. Ela se realiza da seguinte maneira: após a celebração da luz e da proclamação da Páscoa (que constitui a primeira parte desta Vigília), a santa Igreja medita as maravilhas que o Senhor Deus realizou desde o início para seu povo que confia em sua palavra e sua promessa (segunda parte ou liturgia da Palavra), até que ao despontar da manhã, com os novos membros que renasceram no Batismo (terceira parte), ela é convidada à mesa que o Senhor preparou para o seu povo: o memorial de sua morte e ressurreição, até que ele venha (quarta parte).
3. Toda a Vigília Pascal seja celebrada durante a noite, de modo que não comece antes do anoitecer e sempre termine antes da aurora do domingo.
4. Mesmo celebrada antes da meia-noite, a Missa da Vigília é Missa pascal do domingo da Ressurreição.
5. Quem participa da Missa da noite pode de novo comungar na Missa do dia. Quem celebra ou concelebra a Missa da noite pode também celebrar ou concelebrar na Missa do dia. A Vigília Pascal substitui o Ofício das Leituras.
6. O sacerdote é assistido pelo diácono, como de costume. Na ausência deste, as funções de sua ordem são assumidas pelo sacerdote celebrante ou um concelebrante, com exceção daquelas que serão indicadas abaixo. O sacerdote e o diácono usam vestes sagradas de cor branca, como para a Missa.
7. Preparem-se velas para todos os que participam da Vigília. As luzes da igreja estejam apagadas.
8. Em lugar conveniente, fora da igreja, prepara-se a fogueira. Estando a assembleia reunida em volta, aproxima-se o sacerdote com os ministros, levando um deles o círio pascal. Não se trazem a cruz processional e velas. Quando não se pode preparar o fogo fora da igreja, realiza-se o rito como adiante no n. 13.
9. Enquanto todos fazem o sinal da cruz, o sacerdote diz: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, em seguida saúda a assembleia reunida como de costume, e explica brevemente o sentido da vigília noturna (...).
10. (...) o sacerdote abençoa o fogo;
11. Terminada a bênção do fogo novo, um dos ministros traz o círio pascal ao sacerdote, o qual, com um estilete, grava no círio uma cruz. Em seguida, traça em cima da cruz a letra grega Alfa, embaixo a letra Ômega e, entre os braços da cruz, os quatro algarismos que designam o ano em curso;
12. Feita a incisão da cruz e dos outros sinais, o sacerdote pode aplicar no círio cinco grãos de incenso, em forma de cruz;
13. Onde, por alguma dificuldade, não se possa acender uma fogueira, a bênção do fogo adapta-se às circunstâncias. Estando a assembleia reunida, como de costume, no interior da igreja, o sacerdote dirige-se à porta com os ministros, trazendo um deles o círio pascal. O povo, tanto quanto possível, volta-se para o sacerdote. Depois da saudação e da exortação, benze-se o fogo e, caso se prefira, pode-se preparar e acender o círio, como nos n. 10-12.
14. O sacerdote acende o círio pascal com fogo novo;
15. (PROCISSÃO) Estando o círio aceso, um dos ministros pega carvão ardente do fogo e o põe no turíbulo; o sacerdote, como de costume, coloca o incenso. O diácono ou, na falta dele, outra pessoa idônea, recebe do ministro o círio pascal e organiza-se a procissão. O turiferário, com o turíbulo aceso, vai à frente do diácono ou da outra pessoa que leva o círio pascal; seguem-se o sacerdote com os ministros e o povo, todos com velas ainda não acesas nas mãos.
À porta da igreja, o diácono para e, erguendo o círio, canta: "Eis a luz de Cristo!" E todos respondem: "Demos graças a Deus!"
16. Em seguida, o diácono prossegue até o meio da igreja e, erguendo o círio, canta de novo: "Eis a luz de Cristo!" E todos respondem: "Demos graças a Deus!". Todos acendem suas velas no fogo do círio pascal e prosseguem.
17. O diácono, ao chegar diante do altar, volta-se para o povo e, erguendo o círio, canta pela terceira vez: "Eis a luz de Cristo!" E todos respondem: "Demos graças a Deus!"
Em seguida, o diácono coloca o círio pascal no grande candelabro, preparado junto ao ambão ou no centro do presbitério. E acendem-se as luzes da igreja, exceto as velas do altar. Contudo, sugere-se gue sejam acesas apenas algumas luzes para a Liturgia da Palavra e a totalidade delas no momento do Glória.
18. Chegando ao altar, o sacerdote vai para a sua cadeira, entrega sua vela ao ministro, impõe o incenso e o abençoa, como antes do Evangelho. O diácono aproxima-se do sacerdote e, dizendo: "Dá-me a tua bênção", pede e recebe a bênção do sacerdote, que diz em voz baixa: "O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas proclamar dignamente a sua Páscoa: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo". O diácono responde: Amém. Omite-se esta bênção se a Proclamação da Páscoa não for feita por um diácono.
19. O diácono, tendo incensado o livro e o círio, proclama a Páscoa do ambão ou do púlpito, estando todos de pé e com as velas acesas nas mãos. Na ausência do diácono, a Proclamação da Páscoa pode ser feita pelo próprio sacerdote ou outro presbítero concelebrante. Se por necessidade um cantor leigo proclama a Páscoa, ele omite as palavras: E vós, que estais aqui até o fim do convite, como também a saudação O Senhor esteja convosco. A proclamação da Páscoa pode ser cantada também na forma mais breve (p. 286-293), ou em outra versão aprovada pela Conferência Nacional dos Bispos, podendo-se acrescentar aclamações da assembleia.
PROCLAMAÇÃO DA PÁSCOA (FORMA MAIS LONGA)
Exulte o céu, e os anjos triunfantes,
mensageiros de Deus, desçam cantando;
façam soar trombetas fulgurantes,
a vitória de um Rei anunciando.
Alegre-se também a terra amiga,
que em meio a tantas luzes resplandece;
e, vendo dissipar-se a treva antiga,
ao sol do eterno Rei brilha e se aquece.
Que a mãe Igreja alegre-se igualmente,
erguendo as velas deste fogo novo,
e escute, reboando de repente,
o júbilo cantado pelo povo.
(E vós, que estais aqui, irmãos queridos,
em torno desta chama reluzente,
erguei os corações e, assim unidos,
invoquemos a Deus onipotente.
Ele, que por seus dons nada reclama,
quis que entre os seus levitas me encontrasse:
para cantar a glória desta chama,
de sua luz um raio me traspasse!)
V. (O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.)
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
R. É nosso dever e nossa salvação.
Sim, verdadeiramente é bom e justo
cantar ao Pai de todo o coração,
e celebrar seu Filho Jesus Cristo,
tornado para nós um novo Adão.
Foi ele quem pagou do outro a culpa,
quando por nós à morte se entregou:
para apagar o antigo documento,
na cruz todo o seu sangue derramou.
Pois eis agora a Páscoa, nossa festa,
em que o real Cordeiro se imolou:
marcando nossas portas, nossas almas,
com seu divino sangue nos salvou.
Esta é, Senhor, a noite em que do Egito
retirastes os filhos de Israel,
transpondo o Mar Vermelho a pé enxuto,
rumo à terra onde correm leite e mel.
Ó noite em que a coluna luminosa
as trevas do pecado dissipou,
e aos que creem no Cristo em toda a terra
em novo povo eleito congregou!
Ó noite em gue Jesus rompeu o inferno,
ao ressurgir da morte vencedor:
de que nos valeria ter nascido,
se não nos resgatasse em seu amor?
Ó Deus, quão estupenda caridade
vemos no vosso gesto fulgurar:
não hesitais em dar o próprio Filho,
para a culpa dos servos resgatar.
Ó pecado de Adão indispensável,
pois o Cristo o dissolve em seu amor;
ó culpa tão feliz gue há merecido
a graça de um tão grande Redentor!
Só tu, noite feliz, soubeste a hora
em que o Cristo da morte ressurgia;
e é por isso que de ti foi escrito:
A noite será luz para o meu dia!
Pois esta noite lava todo crime,
liberta o pecador dos seus grilhões;
dissipa o ódio e dobra os poderosos,
enche de luz e paz os corações.
Ó noite de alegria verdadeira,
que prostra o Faraó e ergue os hebreus,
que une de novo ao céu a terra inteira,
pondo na treva humana a luz de Deus.
Na graça desta noite o vosso povo
acende um sacrifício de louvor;
acolhei, ó Pai santo, o fogo novo:
não perde, ao dividir-se, o seu fulgor.
Cera virgem de abelha generosa,
ao Cristo ressurgido trouxe a luz:
eis de novo a coluna luminosa,
que o vosso povo para o céu conduz.
O círio gue acendeu as nossas velas
possa esta noite toda fulgurar;
misture sua luz à das estrelas,
cintile guando o dia despontar.
Que ele possa agradar-vos como o Filho,
que triunfou da morte e venceu o mal:
Deus, que a todos acende no seu brilho,
e um dia voltará, sol triunfal.
R. Amém.
PROCLAMAÇÃO DA PÁSCOA (FORMA BREVE)
Exulte o céu, e os anjos triunfantes,
mensageiros de Deus, desçam cantando;
façam soar trombetas fulgurantes,
a vitória de um Rei anunciando.
Alegre-se também a terra amiga,
que em meio a tantas luzes resplandece;
e, vendo dissipar-se a treva antiga,
ao sol do eterno Rei brilha e se aquece.
Que a mãe Igreja alegre-se igualmente,
erguendo as velas deste fogo novo,
e escute, reboando de repente,
o júbilo cantado pelo povo.
V. (O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós).
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
R. É nosso dever e nossa salvação.
Sim, verdadeiramente é bom e justo
cantar ao Pai de todo o coração,
e celebrar seu Filho, Jesus Cristo,
tornado para nós um novo Adão.
Foi ele quem pagou do outro a culpa,
quando por nós à morte se entregou:
para apagar o antigo documento
na cruz todo o seu sangue derramou.
Pois eis agora a Páscoa, nossa festa,
em que o real Cordeiro se imolou:
marcando nossas portas, nossas almas,
com seu divino sangue nos salvou.
Esta é, Senhor, a noite em que do Egito
retirastes os filhos de Israel,
transpondo o Mar Vermelho a pé enxuto,
rumo à terra onde correm leite e mel.
Ó noite em que a coluna luminosa
as trevas do pecado dissipou,
e aos que creem no Cristo em toda a terra
em novo povo eleito congregou!
Ó noite em que Jesus rompeu o inferno,
ao ressurgir da morte vencedor:
de que nos valeria ter nascido,
se não nos resgatasse em seu amor?
Ó Deus, quão estupenda caridade
vemos no vosso gesto fulgurar:
não hesitais em dar o próprio Filho,
para a culpa dos servos resgatar.
Ó pecado de Adão indispensável,
pois o Cristo o dissolve em seu amor;
ó culpa tão feliz que há merecido
a graça de um tão grande Redentor!
Pois esta noite lava todo crime,
liberta o pecador dos seus grilhões,
dissipa o ódio e dobra os poderosos,
enche de luz e paz os corações.
Ó noite de alegria verdadeira,
que prostra o Faraó e ergue os hebreus,
que une de novo ao céu a terra inteira,
pondo na treva humana a luz de Deus.
Na graça desta noite o vosso povo
acende um sacrifício de louvor;
acolhei, ó Pai santo, o fogo novo:
não perde, ao dividir-se, o seu fulgor.
Cera virgem de abelha generosa
ao Cristo ressurgido trouxe a luz:
eis de novo a coluna luminosa,
que o vosso povo para o céu conduz.
O círio que acendeu as nossas velas
possa esta noite toda fulgurar;
misture sua luz à das estrelas,
cintile quando o dia despontar.
Que ele possa agradar-vos como o Filho,
que triunfou da morte e venceu o mal:
Deus, que a todos acende no seu brilho,
e um dia voltará, sol triunfal.
R. Amém.
20. Nesta Vigília, mãe de todas as Vigílias, propõem-se nove leituras: sete do Antigo Testamento e duas do Novo (Epístola e Evangelho); todas elas devem ser proclamadas, onde for possível, para salvaguardar a índole da Vigília, que exige uma duração prolongada.
21. Por graves razões de ordem pastoral, pode-se diminuir o número de leituras do Antigo Testamento, tendo-se porém em conta que a leitura da Palavra de Deus é parte fundamental desta Vigília Pascal. Leiam-se pelo menos três leituras do Antigo Testamento, a saber, da Lei e dos profetas e cantem-se os respectivos salmos responsoriais. A leitura do capítulo 14 do livro do Êxodo com seu cântico nunca seja omitida.
22. Apagadas as velas, sentam-se todos. Antes de começarem as leituras, o sacerdote dirige-se ao povo com as palavras previstas no Missal.
23. Seguem-se as leituras. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a leitura. Em seguida, o salmista ou cantor profere o salmo, ao qual o povo se associa pelo refrão. Depois todos se levantam e o sacerdote diz: Oremos. Após um momento de silêncio, diz a oração. Pode-se também substituir o salmo responsorial por um certo tempo de silêncio; neste caso, omite-se a pausa depois do Oremos.
31. Depois da última leitura do Antigo Testamento, com seu salmo e sua oração, acendem-se as velas do altar e o sacerdote entoa o hino Glória a Deus nas alturas, que todos cantam, enquanto se tocam os sinos, segundo o costume do lugar.
32. Terminado o hino, o sacerdote diz a Coleta como de costume.
33. O leitor proclama a leitura do Apóstolo.
34. Terminada a Epístola, todos se levantam e o sacerdote entoa três vezes solenemente o Aleluia, elevando gradativamente a voz; e todos repetem. Em seguida, o salmista ou cantor profere o Salmo 117, ao qual o povo responde com o Aleluia.
35. O sacerdote, como de costume, põe o incenso e abençoa o diácono. Ao Evangelho não se levam velas, mas só incenso.
36. Após o Evangelho, faz-se a homilia que, embora breve, não deve ser omitida.
37. Após a homilia, procede-se à liturgia batismal. O sacerdote e os ministros dirigem-se ao batistério, se este pode ser visto pelos fiéis. Caso contrário, coloca-se o recipiente com água no próprio presbitério.
38. Se houver Batismo, chamam-se os catecúmenos, que são apresentados pelos padrinhos à Igreja reunida. Se houver crianças, serão apresentadas pelos pais e padrinhos.
39. Então, se houver procissão para o batistério ou para a fonte batismal, seja imediatamente organizada. Vai à frente o ministro com o círio pascal; seguem-no os batizandos com os padrinhos, ministros, o diácono e o sacerdote. Durante a procissão, canta-se a ladainha (n. 43). Terminada a ladainha, o sacerdote faz a exortação (n. 40).
40. Se, porém, a liturgia batismal se realiza no presbitério, o sacerdote faz logo a exortação introdutória com as palavras previstas no Missal.
41. Dois cantores entoam a ladainha, à qual todos respondem de pé (por ser tempo Pascal). Mas se for necessário fazer uma procissão mais longa até o batistério, canta-se a ladainha durante a procissão, tendo-se chamado antes os que vão receber o Batismo. A procissão é precedida pelo círio pascal, seguido pelos catecúmenos com os padrinhos, e depois pelos ministros, o diácono e o sacerdote. Neste caso, a exortação é feita antes da bênção da água.
42. Se não houver Batismo nem bênção de fonte batismal, omite-se a ladainha e procede-se logo à bênção da água (n. 52).
43. Na ladainha, podem-se acrescentar alguns nomes de santos, sobretudo do titular da igreja ou dos padroeiros do lugar e daqueles que serão batizados.
LADAINHA
Senhor, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós.
São Miguel, rogai por nós.
Santos Anjos de Deus, rogai por nós.
São João Batista, rogai por nós.
São José, rogai por nós.
São Pedro e São Paulo, rogai por nós.
Santo André, rogai por nós.
São João, rogai por nós.
Santa Maria Madalena, rogai por nós.
Santo Estevão, rogai por nós.
Santo Inácio de Antioquia, rogai por nós.
São Lourenço, rogai por nós.
Santas Perpétua e Felicidade, rogai por nós.
Santa Inês, rogai por nós.
São Gregório, rogai por nós.
Santo Agostinho, rogai por nós.
Santo Atanásio, rogai por nós.
São Basílio, rogai por nós.
São Martinho, rogai por nós.
São Bento, rogai por nós.
São Francisco e São Domingos, rogai por nós.
São Francisco (Xavier), rogai por nós.
São João Maria (Vianney), rogai por nós.
Santa Catarina (de Sena), rogai por nós.
Santa Teresa de Jesus, rogai por nós.
Todos os santos e santas de Deus, rogai por nós.
Sede-nos propício, livrai-nos, Senhor.
De todo mal, livrai-nos, Senhor.
De todo pecado, livrai-nos, Senhor.
Da morte eterna, livrai-nos, Senhor.
Pela vossa encarnação, livrai-nos, Senhor.
Pela vossa morte e ressurreição, livrai-nos, Senhor.
Pela efusão do Espírito Santo, livrai-nos, Senhor.
Apesar de nossos pecados, ouvi-nos, Senhor.
Se houver Batismo:
Para que vos digneis dar a nova vida aos que chamastes ao Batismo, ouvi-nos, Senhor.
Se não houver Batismo, mas somente a bênção da fonte batismal:
Para que santifiqueis com a vossa graça esta fonte, onde renascerão os vossos filhos, ouvi-nos, Senhor.
Jesus, Filho do Deus vivo, ouvi-nos, Senhor.
Cristo, ouvi-nos.
Cristo, ouvi-nos.
Cristo, atendei-nos.
Cristo, atendei-nos.
BÊNÇÃO DA ÁGUA BATISMAL
44. O sacerdote abençoa a água batismal;
E, se for oportuno, mergulhando uma ou três vezes o círio pascal na água, prossegue:
45. Retira, então, o círio da água, enquanto a assembleia aclama: "Fontes do Senhor, bendizei o Senhor! Louvai-o e exaltai-o para sempre!"
46. Terminada a bênção da água batismal e feita a aclamação da assembleia, o sacerdote de pé interroga os adultos e os pais ou padrinhos das crianças para que façam a renúncia, conforme se determina no respectivo Ritual Romano. Se a unção do óleo dos catecúmenos adultos não for feita antes, durante os ritos de preparação imediata, faz-se neste momento.
47. Então o sacerdote interroga cada um dos adultos sobre a fé e, no caso de crianças, pede-se a tríplice profissão de fé de todos os pais e padrinhos juntos, como se indica nos respectivos Rituais. Onde nesta noite forem muitos os batizados, pode-se organizar o rito de tal forma que, logo depois da resposta dos batizandos, padrinhos e pais, quem preside peça e receba as promessas batismais de todos os presentes.
48. Terminadas as interrogações, o sacerdote batiza os eleitos adultos e crianças.
49. Depois do Batismo, o sacerdote unge as crianças com Crisma. A todos, porém, adultos ou crianças, entrega-se a veste branca. Então, o sacerdote ou o diácono recebe o círio pascal das mãos do ministro e acendem-se as velas dos recém-batizados. Omite-se o rito Effetha para as crianças.
50. Depois disso, a não ser que a ablução batismal e os ritos explicativos tenham sido feitos no presbitério, volta-se a ele em procissão, organizada como antes, com os batizados, os padrinhos e os pais carregando as velas acesas. Durante a procissão, canta-se "Eu vi" (n. 54) ou outro cântico adequado.
51. Se adultos forem batizados, o Bispo ou, em sua ausência, o presbítero que batizou ministre imediatamente o sacramento da Crisma no presbitério, conforme indicado no Pontifical ou Ritual Romano.
BÊNÇÃO DA ÁGUA
52. Se não houver Batismo, nem bênção da fonte batismal, o sacerdote abençoa a água para a aspersão do povo com a oração indicada no Missal.
RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS DO BATISMO
53. Após o rito do Batismo (e confirmação), ou, se não houver Batismo, após a bênção da água, todos, de pé e com as velas acesas nas mãos, renovam as promessas do Batismo, junto com os que vão ser batizados, a não ser que isso tenha sido feito anteriormente (cf. n. 47). O sacerdote dirige-se aos fiéis com as palavras previstas no Missal.
54. O sacerdote asperge o povo com a água benta, enquanto todos cantam:
Canto:
1. Eu vi, eu vi, vi foi água a manar, do lado direito do templo a jorrar:
Refrão: Amém, Amém, Amém, Aleluia! Amém, Amém, Amém, Aleluia!
2. E quantos foram por ela banhados, cantaram o canto dos que foram salvos:
3. Louvai, louvai e cantai ao Senhor, porque ele é bom e sem fim, seu amor.
4- Ao Pai a glória e ao Ressuscitado e seja o Divino pra sempre louvado!
Pode-se também entoar outro canto referente ao Batismo.
55. Enquanto isso, os recém-batizados são conduzidos ao seu lugar entre os fiéis. Se a bênção da água do Batismo não foi feita no batistério, o diácono e os ministros transportam-na com reverência à fonte batismal. Se não houve bênção da fonte batismal, a água benta é colocada em lugar conveniente.
56. Terminada a aspersão, o sacerdote volta à cadeira, de onde, omitido o Creio, preside à oração dos fiéis, da qual os recém-batizados participam pela primeira vez.
57. O sacerdote vai ao altar e começa, como de costume, a Liturgia Eucarística.
58. Convém que o pão e o vinho sejam trazidos pelos recém-batizados ou, se são crianças pequenas, por seus pais ou padrinhos.
63. Convém que os recém-batizados recebam a sagrada Comunhão sob duas espécies, junto com seus padrinhos e madrinhas, parentes e esposos católicos, como também os catequistas leigos. Convém igualmente que, com o consentimento do Bispo diocesano, onde as circunstâncias o recomendam, todos os fiéis sejam admitidos à comunhão sob duas espécies.
Antífona da comunhão (1Cor 5,7-8): "Nosso cordeiro pascal, Cristo, já está imolado. Celebremos a festa, não com velho fermento, mas com pães ázimos de pureza e de verdade, aleluia!"
Se for oportuno, canta-se o Salmo 117.
SUGESTÃO DE REPERTÓRIO
PRIMEIRA PARTE
FORMA LONGA
PRIMEIRO RESPONSORIAL
SEGUNDO RESPONSORIAL
TERCEIRO RESPONSORIAL
QUARTO RESPONSORIAL
QUINTO RESPONSORIAL
SEXTO RESPONSORIAL
SÉTIMO RESPONSORIAL
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Conforme texto do Missal Romano
Quando o Círio é retirado da água
Procissão da pia batismal / aspersão