Missal Romano (a partir da página 246)
1. A Missa da Ceia do Senhor seja celebrada à noite, na hora mais oportuna, com plena participação de toda a comunidade local. Nela, todos os sacerdotes e ministros exercem suas respectivas funções.
2. Todos os sacerdotes podem concelebrar, mesmo que já tenham concelebrado, neste dia, a Missa do Crisma ou devam celebrar outra Missa para o bem dos fiéis.
3. Mas onde uma razão pastoral o exigir, o Ordinário do lugar poderá permitir que se celebre outra Missa, em igrejas e oratórios à tarde e, em caso de verdadeira necessidade, também pela manhã, mas somente para os fiéis que não possam absolutamente participar da Missa vespertina. Cuide-se, porém, que tais celebrações não se façam em favor de determinadas pessoas ou pequenos grupos especiais, em prejuízo da Missa vespertina.
4. A sagrada Comunhão só pode ser dada aos fiéis dentro da Missa, mas pode ser levada a qualquer hora aos doentes.
5. O altar seja enfeitado com flores com a moderação que convém à índole deste dia. O tabernáculo esteja totalmente vazio; para a sagrada Comunhão do clero e do povo hoje e amanhã, consagre-se quantidade suficiente de pão nesta Missa.
7. Diz-se o Glória. Durante o hino, tocam-se os sinos, que depois permanecerão silenciosos até o Glória da Vigília Pascal, a não ser que o Bispo diocesano determine outra coisa. No mesmo período, o órgão e os outros instrumentos musicais podem ser utilizados somente para sustentar o canto.
13. Depois do lava-pés, o sacerdote lava e enxuga as mãos, retoma a casula e volta à cadeira, de onde preside a oração dos fiéis. Omite-se o Creio.
37. Terminada a oração depois da comunhão, o sacerdote, de pé, põe e abençoa o incenso no turíbulo e, ajoelhado, incensa três vezes o Santíssimo Sacramento. Recebe o véu umeral de cor branca, levanta-se, toma o cibório e o cobre com as extremidades do véu.
38. Forma-se a procissão da transladação do Santíssimo Sacramento, com tochas e incenso, pela igreja ao lugar da reposição, preparado em a1guma parte da igreja ou numa capela convenientemente ornada. À frente vai um ministro leigo com a cruz entre dois outros com castiçais acesos; seguem-se outros levando velas acesas; diante do sacerdote que leva o Santíssimo Sacramento, vai o turiferário com o turíbulo fumegante. Durante a procissão, canta-se o hino "Vamos todos louvar juntos" (exceto as duas últimas estrofes) ou outro canto eucarístico.
SUGESTÃO DE REPERTÓRIO
Sugestão: uma vez que não estamos mais na Quaresma, nem ainda no Tempo Pascal, usar as invocações para quaisquer circunstâncias.
Durante o hino, tocam-se os sinos, que depois permanecerão silenciosos até o Glória da Vigília Pascal.
R. O cálice por nós abençoado é a nossa comunhão com o sangue do Senhor.
V. Eu vos dou este novo Mandamento,
nova ordem agora vos dou,
que, também, vos ameis uns aos outros,
como eu vos amei, diz o Senhor.
Missal Romano, pg. 247:
10. Terminada a homilia, procede-se ao lava-pés, onde razões pastorais o aconselharem.
11. As pessoas escolhidas são levadas pelos ministros aos assentos preparados em lugar conveniente. O sacerdote (tendo retirado a casula, se necessário) aproxima-se de cada uma, lava e enxuga-lhe os pés, auxiliado pelos ministros.
A letra para este canto está explicitamente indicada no missal!
Missal Romano, p. 248
14. Dando início à Liturgia Eucarística, pode-se organizar uma procissão dos fiéis na qual, com o pão e vinho, apresentam-se donativos para os pobres.
A letra deste canto também está explicitamente indicada no missal!
Refrão orante
Cante-se durante a procissão (exceto as duas últimas estrofes).
Quando a procissão chega ao local da reposição, o sacerdote deposita o cibório no tabernáculo, cuja porta fica aberta. Em seguida, coloca incenso no turíbulo e, ajoelhado, incensa o Santíssimo Sacramento enquanto se canta "Tão sublime sacramento" ou outro canto eucarístico. Depois o diácono ou o próprio sacerdote fecha o tabernáculo.